
E, no entanto, há o lírio –
cuja silenciosa exuberância quase nos oculta
o que o perfume apenas insinua:
o incessante e imperceptível labor da perfeição que é seu destino,
instante fugaz, aos olhos impossível,
em que o tempo coincidirá com a eternidade
– sem alarde, trivial até, como Deus sabe ser aos olhos de quem O espera.
Não é linda a obra de Deus e a sensibilidade para captá-la?